Antes de qualquer projeto, houve um deck de madeira olhando para a serra, e uma fila de gente que só queria sentar.
O Bar do Mirante nasceu de uma constatação simples: as pessoas paravam ali de qualquer jeito, com ou sem estrutura.
A madeira veio depois, e com ela a regra que segue valendo, nada pode competir com a vista. Sem música alta, sem luz forte, sem mesa no meio do olhar.
Nada pode competir com a vista. Nem o bar.
O fim de tarde ali dura cerca de quarenta minutos. É o tempo que o Cápsula reservou para o seu próprio pôr do sol, à beira do Paranoá.
Mudou o cenário; a hora de parar continua a mesma.
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