Os nomes não são homenagem decorativa. São endereços reais, com donos reais, em uma vila de terra batida.
Quem viveu em São Jorge sabe que a noite tem geografia. Você começa em um bar, termina em outro, e o caminho entre eles faz parte da bebida.
Seu Claro é onde a conversa se alonga. O do Pelé tem ritmo e calor. O do Ypê é o magnetismo dos encontros. O Clandestino é o que ninguém conta depois.
Trocar de bar sem sair do lugar, era isso que eu queria trazer.
Trazer esses quatro climas para a beira do lago não foi copiar fachadas. Foi copiar comportamento: o que se faz em cada um, e a que hora.
Por isso os quatro ambientes têm luz, som e altura de mesa diferentes. Você troca de bar sem sair do lugar.
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